Âmbar e Argila



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Category: Livros Autografados
Bem-vindo à Grécia Antiga como só a genial contadora de histórias Laura Amy Schlitz a consegue evocar. Numa terra guerreira de vento e luz solar, "cercada por um mar inquieto", vivem Rhaskos e Melisto, gémeos espirituais com pouco em comum além das forças violentas e misteriosas que ditam as suas vidas. Escravo trácio numa casa grega, Rhaskos é tão comum como o barro, um moço de estrebaria que vale menos que um burro, quanto mais um cavalo. Arrancado à sua mãe em tenra idade, ele cultiva em segredo, ajudado por Sócrates, as suas paixões pela arte e pela filosofia. Melisto é uma aristocrata mimada, uma rapariga preciosa como âmbar, mas voluntariosa e selvagem. Casar-se-á e será domada — a maldição de todas as raparigas nobres — mas arriscará a vida durante uma estação para servir primeiro Ártemis, deusa da caça.
Unidos pelo destino, Melisto e Rhaskos — Âmbar e Barro — nunca se encontram em carne e osso. Quando finalmente se encontram, um deles já é um fantasma. Mas a ténue linha entre a vida e a morte é apenas uma das fronteiras que a sua improvável amizade atravessa. É preciso um exército de deuses sarcásticos e deusas temíveis, escravos e senhores, mães e filósofos para ajudar a moldar a sua história numa obra-prima soberbamente destilada, uma tour de force sinfónica.
Combinando verso, prosa e "artefactos" arqueológicos ilustrados, este é um conto que transcende vividamente o tempo, uma lembrança indelével do poder da linguagem para iluminar os mundos superior e inferior da história humana.
Unidos pelo destino, Melisto e Rhaskos — Âmbar e Barro — nunca se encontram em carne e osso. Quando finalmente se encontram, um deles já é um fantasma. Mas a ténue linha entre a vida e a morte é apenas uma das fronteiras que a sua improvável amizade atravessa. É preciso um exército de deuses sarcásticos e deusas temíveis, escravos e senhores, mães e filósofos para ajudar a moldar a sua história numa obra-prima soberbamente destilada, uma tour de force sinfónica.
Combinando verso, prosa e "artefactos" arqueológicos ilustrados, este é um conto que transcende vividamente o tempo, uma lembrança indelével do poder da linguagem para iluminar os mundos superior e inferior da história humana.









